This boy.
February 26, 2010
I vote for time travel to become public knowledge.




Foto: Nathaniel Sexton

Strangely miss you…
Foto: Suzanna Zak
[Post também lançado no www.gomademascar.net]
A banda Australiana Wolfmother fez muito barulho no ano de 2005 com o lançamento de seu primeiro álbum “Wolfmother”. Em 2007 ganhou um Grammy na categoria de “melhor desempenho em Hard Rock” (ok!) com “Woman”, e fora isso, tiveram inúmeras aparições em programas de TV, trilhas sonoras de filmes, jogos e etc.
Suas influências são claras para quem os ouve; Bandas como Led Zeppelin, Black Sabbath são só algumas a serem citadas. No mesmo ano, vale citar o lançamento do DVD “Please Experience: Wolfmother”, um belo apanhado de clipes e um show incrível, realmente sensacional!
Em 2008, foi anunciada a saída do baixista e baterista da banda (Chris Ross e Myles Heskett). A banda, até então um trio (ou power trio, como chamam por aí), parecia ter chegado em seu fim, porém, pouco tempo depois do ocorrido, o site oficial saía do ar deixando apenas uma página inicial prometendo algo novo. Entendia-se então que nem tudo estava perdido.

No início de 2009 confirmou-se que Andrew Stockdale estava de fato tocando o projeto e novo material estava sendo gravado. A banda agora era um quarteto formada por Aidan Nemeth (guitarra), Ian Peres (baixo, teclados e backing vocal), Dave Atkins (bateria) e claro, Andrew.
Finalmente os fãs e apreciadores da música de Wolfmother ficam contentes (assim como o que vos escreve), pois o primeiro single e vídeo foi lançado e chama-se “New Moon Rising”.
A nova música faz parte do álbum “Cosmic Egg” a ser lançado no dia 27 de Outubro (hoje já pintou nos mediafires da vida) e traz o seguinte playlist:


Disco 2:
1. Cosmonaut
2. Pilgrim
3. Eyes Open
4. Back Round
5. In The Castle
6. Caroline
7. Phoenix
8. Violence Of The Sun
O clipe é de fato sensacional, simples e bonito aos olhos com pequenas menções a outros vídeos e músicas (até na atuação de Stockdale). Sem dúvida vale a pena assistir:
E só para fechar o post, deixo aqui alguns outros vídeos da banda, para a devida apreciação do caro leitor:
Joker and the Thief

If we knew that our hearts never go dating
They stay at home for us patiently waiting
[Post também lançado no www.gomademascar.net]
The Flaming Lips… Ahhhh o The Flaming Lips…
Para quem não conhece (comoooooo assiiiiiim!?!?!!), faço um resumo bem resumidinho do que se trata…
A banda começou em 1983 com um “ar” pós-punk, garagem. Banda jovem, de garotos… Fazia muito barulho.
O tempo passou, e banda amadureceu, de verdade. Em meados da década de 90 a banda deixou de ser Indie (de independente gente, não do rótulo “indie” que o povo não sabe nem classificar de tão vago que é!) e assinou contrato com a Warner. Com sua alta distribuição, a banda conseguiu emplacar o hit “She Don´t Use Jelly” do disco “Clouds Taste Metallic” e ganhou a devida atenção da mídia especializada e do público em geral.

Para os fãs chatos, daqueles que não admitem que o artista mude um pouco sua cara ou estilo (assim como os do Silverchair, que torceram o nariz quando a banda lançou “Young Modern” em 2007 e John parecia um pouco mais fortinho), o Flaming Lips deve ter sido um grande problema!
Com o amadurecimento já citado da banda e de Wayne Coyne (líder e compositor), o Flaming Lips foi de uma banda pós-punk/garagem/semi-grunge, para uma banda EXTREMAMENTE experimental, com verdadeiras pérolas e literais experimentos sonoros que vão de músicas que ousam nos arranjos, passando por discos totalmente feitos para sistemas de som 5.1 (mesmo tendo sido lançados para o bom e velho estéreo) e filmes experimentais (Christmas on Mars e VOID, ambos de 2005) até o curioso Zaireeka, disco lançado em 4 cds, onde o ouvinte deveria ligar 4 sistemas de som diferentes e apertar o “play” ao mesmo tempo, para que assim, houvesse uma sincronia perfeita entre todos. Inclusive, uma experiência curiosa é esta, a qual retiro na íntegra do wikipedia:
Uma outra tentativa de melhorar a experiência ao vivo para o público e parar reproduzir com mais precisão a sonoridade de The Soft Bulletin, os Lips desenvolveram o conceito do “Concerto Fone de Ouvido”. Um transmissor FM era montado e o show era simultaneamente transmitido para pequenos aparelhos de walkman com fones de ouvidos disponíveis gratuitamente para o público. Isso iria, na teoria, permitir ao público uma claridade sonora ao mesmo tempo que sentindo a força dos amplificadores. Esse conceito foi lançado em Dallas, Texas, e na conferência South by Southwest em Austin, Texas, em março de 1999, e foi subsequentemente usado na turnê International Music Against Brain Degeneration Revue.

Design and Direction :weareom: - weareom.com
Lighting by David Lee - davidleedop.com
Production by studioset - studioset.tv
Post Production by :weareom: - weareom.com
Sound by Alin Flaidar - studioset.tv
Starring Vlad Grigorescu - vladgrigorescu.com
PHOTO’S flickr.com/photos/43038809@N02/
Making of - vimeo.com/6858264

Art: Dan-ah Kim
Sensacional!
Por Enrico Ascoli

Direção / Director: André Peniche
Direção de Fotografia / Director of Photography: Rafael Nobre & André Peniche
Camera: Rafael Nobre
Produção / Production: Vitor Akeda
Contra-Regra / Key Grip: Edu Cesar & Vitor Akeda
Edição / Editing: Daniel “Pomba” Caselli
Fotos Still / Still Photos: Edu Cesar
Agradecimentos / Thanks To: Eduardo Cesar, Jussara Frey, Patrícia Cesar, Mila, Babi, Cognac, Skin & Tequila
Monaural is / é: Leandro Ayuso, Guilherme Maia and Herik Soares
myspace.com/monaural
Gravado em São Francisco Xavier/SP - Brasil
Shot at Sao Francisco Xavier/SP - Brazil

Foto: Xavier Encinas